fbpx

Ronnie Lessa foi braço-direito de patrono de escola de samba

O sargento reformado Ronnie Lessa foi preso na manhã desta terça-feira, suspeito de assassinar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes.

Com passagens pelo Exército, Polícia Militar do Rio e posteriormente adido da Polícia Civil, foi trabalhando no mundo do crime que Lessa se destacou.

Lessa foi arregimentado por Rogério Andrade, herdeiro do legado de outro contraventor, Castor de Andrade. Ronnie, desfrutando da confiança de Andrade, cresceu na organização e conforme informa O Globo, sua fama de exímio atirador foi destacada pela frieza nos atos.

Sua derrocada iniciou-se em 2010, quando o filho de Rogério Andrade, Diogo de 17 anos, foi assassinado numa explosão de um carro bomba. Neste momento, então, a credibilidade de Lessa como guarda-costas despencou.

Antes disso, em 2009, Ronnie foi alvo de um atentado à granada em Bento Ribeiro, Zona Norte do Rio. O artefato explodiu dentro da caminhonete do policial, e foi apontado pela polícia como realizado pelos mesmos autores do atentado de 2010. Por causa da explosão, Lessa teve uma das pernas amputadas, e usava prótese desde então. Com informaçõs do O Globo.

Colocação gravíssima: Gleisi sugere que família Bolsonaro pode ter participação no caso Marielle

Gleisi Hoffmann divulgou um vídeo nas redes sociais onde sugere (vamos repetir) … sugere que a família do presidente Bolsonaro teria um suposto envolvimento com a morte da ex-vereadora Marielle Franco.

Mesmo tendo foro especial por prerrogativa de função, fato que lhe permite abrir a matraca aos quatro ventos, Gleisi deveria ter cuidado com o que diz.

Após as declarações da deputada, as redes sociais ficaram inflamadas e internautas já estão acusando o presidente da república de participação no crime.

O senador Álvaro Dias tem toda razão … o foro privilegiado tem que acabar imediatamente.

Uma declaração irresponsável dessas pode repercutir no exterior de maneira inimaginável … o mercado financeiro pode ser abalado, a bolsa de valores pode despencar, o dólar pode subir, relações econômicas com parceiros comerciais podem se romper … trata-se de um crime contra a Pátria!

A ex-candidata à vice-presidência da República, Manuela D’Ávila, também aderiu ao ‘complô irresponsável’: “Dois policiais são presos na Barra da Tijuca, suspeitos de executarem Marielle Franco. Um deles mora no mesmo condomínio que Jair Bolsonaro.”

Palavras de Gleisi:

“Algumas coincidências têm que ser consideradas … primeiro que o sobrenome de um deles (dos homens que foram presos) é Queiroz … segundo, ele moram no mesmo condomínio (do presidente Jair Bolsonaro)”

“Se pegarmos as questões antecedentes ao caso, as relações da família Bolsonaro com milicianos, as relações da família Bolsonaro com o Queiroz, acho que isso precisa ser muito bem investigado”.