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O que defendo

Luiz Salatino: Um cidadão porto alegrense, cristão, empreendedor, anti-comunista, anti-socialista e agora anti-progressista, um conservador nato com visão econômica liberal. Profissional de Tecnologia e Inovação que luta pelo desenvolvimento econômico do país. Uma nação forte e livre da corrupção e da degradação moral. Deus, Pátria e Família.

Desde 2013 um participante ativo das manifestações contra a corrupção, apoio a Operação Lava Jato e Impeachment da “Estocadora de Vento”. Após conhecer Jair Bolsonaro pela TV comecei a acompanha-lo em suas atividades parlamentares. Em 2017 fui convidado por um amigo para participar da formação do PEN, que estava mudando para o nome de Patriotas e teria Bolsonaro como candidato para Presidência do Brasil. Me envolvi parcialmente e logo fomos para o PSL conforme orientações do próprio Jair Bolsonaro.

Concorri em 2018 para o cargo de deputado estadual no RS pelo PSL. Minha estreia na política. Não fui eleito. Obtive aproximadamente 4 mil votos e um investimento pessoal de pouco mais de 7 mil reais. Uma grande experiência onde pude conhecer a política pelo lado de dentro e hoje me sinto mais preparado para o próximo desafio.

Importante dizer que nesta caminhada fiz grandes amizades das quais admiro e que mantemos fortes laços. Patriotas como eu, que saíram de sua zona de conforto para lutar por uma Nação Verdadeiramente Forte.

Desde 2018 mantenho minhas ações nas mídias sociais e internet, combatendo o comunismo e lutado pelo que acredito. Uma ação totalmente independente de partidos e questões financeiras. Banco pessoalmente todos os custos que tenho com as minhas ações, alem de doar o que tenho de mais valioso, meu tempo.

Em 12/11/2019 me engajei na “ALIANÇA PELO BRASIL”, onde atuo fortemente em sua consolidação para as próximas eleições. O resto desta história… ainda estamos escrevendo.

QUE DEUS ESTEJA CONOSCO.

Veja abaixo alguns posicionamentos que defendo.

1 – Tecnologia e Inovação:
Ferramenta da transformação

Desenvolvimento de um ambiente propício, com impostos justos e incentivos efetivos, para o desenvolvimento de empresas de tecnologia e inovação em nosso Estado. Fortalecendo ambientes conectados e globais, observando sempre o modelo da “hélice tríplice”, inserindo a sociedade e suas demandas como fator direto do desenvolvimento, ampliando o modelo tradicional da interação universidade, empresa e governo.

A tecnologia também tem um papel fundamental na gestão pública eficiente e transparente. Neste ponto em específico entendo a grande necessidade de criação e aperfeiçoamento nos processos internos e ferramentas de gestão, proporcionando agilidade, desburocratização e transparência. Deixar que a tecnologia faça a gestão da informações e informe plenamente o cidadão em tempo real.

Hoje o mundo inteiro discute a inovação e tecnologia como vetor do desenvolvimento econômico e social. Estamos começando a desenvolver este pensamento no Brasil. Plantar esta ideia, num processo eleitoral, não é fácil diante de tanta dificuldade básica. Dá para considerar parte de uma pauta política a discussão do papel da educação, da ciência, da tecnologia e da inovação no futuro do Estado ou da cidade. Temos aí uma luz no fim do túnel.

Porto Alegre sempre foi reconhecida por uma das capitais mais incentivadoras do empreendedorismo, onde despontavam grandes inovações e empresas de tecnologia. Hoje perdemos muitas posições neste ranking, fomos ultrapassados de longe por Santa Catarina por exemplo.

No início da década passada o ranking das 20 maiores empresas do mundo era composto por empresas de geração e distribuição de energia, petróleo, bancos e montadoras de automóveis. Hoje mais de 5 empresas de tecnologia participam deste ranking e continuam subindo de posição e surgindo outras a cada ano. Empresas globalizadas que geram milhões em impostos e milhares de empregos diretos e indiretos. Muitas delas são empresas limpas sem resíduos de produção, onde sua matéria prima é o intelecto e a energia elétrica.

Muitos jovens gaúchos talentosos trabalham em suas sedes fora do Brasil e outros milhares sonham em seguir o mesmo caminho. Temos um processo tardio de compreensão e desenvolvimento de ambientes de inovação de classe mundial, fazendo com que muitos talentos sejam perdidos para os países e estados que entendem que a inovação tecnológica é o melhor caminho para o desenvolvimento humano e de uma nação.

2 – Educação:
A solução definitiva para o Brasil

Conectado ao item acima, temos muito a evoluir na área de educação como um todo, não somente na educação empreendedora. O Brasil necessita repensar o modelo de ensino, principalmente do básico sem esquecer do superior, sem doutrinação política, mas sim educação empreendedora, ética e patriótica. Não avançaremos, no mundo globalizado em que vivemos hoje, sem uma verdadeira revolução na educação, que amplie e qualifique a formação de nossas crianças e jovens, preparando as novas gerações para a inserção na sociedade do conhecimento. Sem este novo modelo, alinhado as novas demandas da sociedade e o apoio consistente do governo, não progrediremos na inovação e no desenvolvimento econômico e social de nosso país.

Definir e implementar um modelo de educação básica com foco na qualidade implica:

  • Ampliação do atendimento educacional dos 0 aos 3 anos;
  • Universalização da pré-escola, ensino fundamental e médio;
  • Conclusão no ensino fundamental e médio na idade correta sem prejuízo de conhecimento;
  • Alfabetização das crianças até os 8 anos de idade;
  • Níveis apropriados de aprendizagem no ensino fundamental e médio;
  • Ampliar a rede de escolas em tempo integral;
  • Oferta de atividades complementares no contraturno (esportes e aulas de reforço);
  • Retorno da matéria Moral e Cívica;
  • Implantar aulas de empreendedorismo e tecnologia;
  • Ampliação dos investimentos em educação, com gestão ampla e transparente dos recursos.

Da mesma forma, investir na valorização e qualificação dos professores deve levar a:

  • Salários compatíveis com a função exercida;
  • Carreira com progressão articulada à melhoria das taxas de aprovação e níveis de aprendizagem dos alunos;
  • Melhoria da qualidade da formação inicial dos professores;
  • Formação continuada vinculada à sala de aula e melhoria da aprendizagem.

3 – Esporte:
Mais educação e saúde

Ainda conectado aos itens 1 e 2 o esporte tem um papel fundamental neste processo. Além da revolução completa da educação e suas disciplinas tradicionais, a prática esportiva como instrumento educacional visa o desenvolvimento integral das crianças, jovens e adolescentes, capacita o sujeito a lidar com suas necessidades, desejos e expectativas, bem como, com as necessidades, expectativas e desejos dos outros, de forma que o mesmo possa desenvolver as competências técnicas, sociais e comunicativas, essenciais para o seu processo de desenvolvimento individual e social.

O esporte possui elementos fundamentais para formação de um futuro empreendedor. Como instrumento pedagógico, precisa integrar às finalidades gerais da educação, de desenvolvimento das individualidades, de formação ética aliada a disciplina do indivíduo para obter o desenvolvimento individual e transformação da sociedade na sua volta.

Além dos esportes tradicionais, existem diversos outros esportes que devem ter apoio no seu desenvolvimento. Esportes que trabalham a disciplina, empenho e dedicação dos seus praticantes. Artes Marciais é somente dos exemplos de esporte que pode contribuir muito na superação individual, lealdade, ética e disciplina.

Esporte na fase adulta e na 3ª idade

Podemos observar o crescimento significativo da população de Idosos e Adultos (com mais de 35 anos), lideram juntos a lista populacional numericamente e economicamente ativa da cidade de Porto Alegre. Em 2010, o número de idosos era de 211.896, o que representou um aumento de 31,99% em relação ao ano de 2000, cujo número era de 160.541. É o grupo populacional que mais cresce no Estado. No mesmo período, a população de crianças (O a 11 anos) diminuiu 17,74%, a população de adolescentes (12 a 18 anos) diminuiu 13,90%, a população de jovens (19 a 29 anos) aumentou 5,53% e a de adultos (30 a 59 anos) aumentou 9,45%. No Estado do RS os números são proporcionalmente semelhantes.

No Brasil, esta transição está ocorrendo de forma acelerada, assim como no nosso Estado e, principalmente, em Porto Alegre. Conforme números do último Censo, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população idosa em Porto Alegre representava 15,04% da população total, percentual superior ao registrado no Rio Grande do Sul, que era de 13,66%, e no Brasil, que era de 10,78%.

Estudo divulgado no dia 17 de abril de 2017 , pelo Ministério da Saúde, revela que o excesso de peso no Brasil cresceu 26,3% nos últimos dez anos, passando de 42,6% em 2006 para 53,8% em 2016. De acordo com a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), o problema é mais comum entre os homens: passou de 47,5% para 57,7% no período. Já entre as mulheres, o índice passou 38,5% para 50,5%.

As atividades físicas estão diretamente relacionada à qualidade de vida das pessoas, principalmente no que diz respeito a prevenção de doenças cardíacas, hipertensão e obesidade. Desta forma, devido a esta transformação expressiva na população do Rio Grande do Sul e principalmente Porto Alegre, temos a responsabilidade no auxílio direto para formulação de políticas sociais públicas de desporto, possibilitando a destinação de ações públicas e privados nas áreas relacionadas às práticas desportivas, ao mesmo tempo, favorecendo a divulgação de informações de carácter educativo e informativo sobre os aspectos das condições de vida e saúde através das práticas esportivas.

Diversos levantamentos e ações preventivas comprovam que cada 1 real investido em prevenção de doenças corresponde a 100 reais economizados no sistema de saúde. O Esporte deve ser encarado não somente como uma atividade de lazer, mas como política pública de saúde.

4 – Agronegócio:
Nossa atividade fundamental

O agronegócio é o setor econômico de maior tradição no Rio Grande do Sul. É incontestável seu impacto no desempenho da economia do Estado. Isto é, seu comportamento influencia significativamente os resultados dos indicadores econômicos do RS. O setor tem um significado estratégico não somente para geração de renda e emprego no campo, mas também para a evolução e para o desenvolvimento de todo o Estado.

Sendo eu de família de agricultores e pecuaristas da zona oeste do Rio Grande do Sul, e somado a importância deste setor para a nossa economia, não poderia deixar de lado meus esforços em apoiar iniciativas e projetos que visam agregar diferenciais competitivos.

Encontramos aqui mais um setor que vem se beneficiado com a tecnologia, e que na sua maioria é ofertada por empresas e instituições estrangeiras. Existe uma conexão óbvia entre produção rural, tecnologia, gestão e eficiência produtiva.

Penso no desenvolvimento de soluções para potencializar a competitividade sistêmica das cadeias produtivas do agronegócio, eliminando ou minimizando os gargalos que diminuem a eficiência e limitam o resultado. Gargalos como a defasagem em logística, falta de mão de obra qualificada e poucos incentivos do governo, além da elevada tributação sobre os custos de produção e os entraves burocráticos para a liberação de licenças ambientais. A outra prioridade é intensificar a integração da produção agropecuária à rede de inovação e tecnologia existente.

A produção de soja e milho no país aumentou mais de 90% entre 2006 e 2015, atingindo patamares de quase 200 milhões de toneladas produzidas, em decorrência do aumento de área plantada, de produtividade e do número de safras no ano. Entretanto, para estabilizar a oferta de grãos da fazenda até o consumidor é preciso ser eficiente na redução das perdas que ocorrem nas atividades logísticas nestes elos. As perdas podem ser entendidas como uma ineficiência que afeta negativamente a sustentabilidade econômica, ambiental e social da cadeia produtiva de grãos no Brasil, por incorrer em desperdícios financeiros e ambientais, além de provocar uma redução da oferta de soja e milho. Temos que mudar isso.

A greve dos caminhoneiros também escancara a nossa dependência das rodoviais. Há décadas o Brasil transforma ferrovias e maquinários em ferros velhos, enferrujados e retorcidos pelo tempo e pelo descaso. A rede ferroviária brasileira, excluindo a de transporte urbano, tem 29 mil quilômetros de extensão. O Japão possui 27 mil km de ferrovias ativas, praticamente a mesma extensão que o Brasil, mesmo tendo um território minúsculo comparado ao nosso país. Para se ter uma noção, o Japão é 22,5 vezes menor que a do Brasil, e apenas 50% maior que o Estado de São Paulo, cuja área é de 248.209 km² – Brasil: 8.514.877 km² (5ª maior mundial) – Japão: 377.944 km² (61ª maior mundial).

Temos ainda que pensar nas hidrovias. O Brasil possui uma das mais extensas e diversificadas redes fluviais do mundo, com um potencial de cerca de 50 mil quilômetros de rios navegáveis. Mas não explora nem mesmo a metade dessas rotas que poderiam baratear o transporte de cargas no País, especialmente os produtos do agronegócio.

Fundamental fortalecer o direito de defesa da propriedade, mais segurança no campo e propriedades rurais.

É fundamental, então, que haja um bom sistema logístico, composto por ferrovias, rodovias, hidrovias, entrepostos e armazéns, para que se possa chegar rapidamente aos portos e ao menor custo possível. Mas, na prática, essa infraestrutura avança com uma lentidão inconcebível.

Uma visão geral:

Entendo que vivemos uma época de oportunidades, que permite que jovens e empreendedores transformem o mundo para melhor. E para acelerar este processo basta o Estado fazer parte da solução, um parceiro efetivo, menos burocrático e arrecadador de impostos. Temos diversos exemplos, inclusive no Brasil. Devemos buscar mecanismos sociais para ampliar a inserção das pessoas neste novo mundo de oportunidades pela educação, onde a criatividade e a tecnologia podem ajudar a encontrar soluções para os desafios da sociedade. É um tempo de transição de paradigmas, que gera enormes oportunidades para as empresas, para os profissionais e para os países que souberem se posicionar neste novo mundo que emerge. Aqueles que não fizerem esta transição, enfrentarão enormes barreiras para seu desenvolvimento em um mundo cada vez mais conectado e global.

Veja o vídeo abaixo:

 

Alguns tópicos importantes:

a) Segurança pública nacional, em todos os níveis, prestigiando, protegendo apoiando os respectivos órgãos que nela atuam, tais como as polícias federal, rodoviária federal, militares e civis; receita federal; corpos de bombeiros; as guardas municipais e as Forças Armadas;

b) Proposição de mudanças legislativas e implementação de políticas que visem minimizar os índices crescentes de violência e homicídios no país, reduzindo-os substancialmente no mais curto espaço de tempo possível;

c) Políticas de proteção às nossas fronteiras, minimizando o contrabando e o tráfico de armas e de drogas;

d) Políticas de esclarecimento à população, que visem a conscientização a respeito dos males provocados pelo comunismo e socialismo;

e) Proteção à propriedade privada e garantia de que cada cidadão de bem tenha o direito de proteger seu principal patrimônio: sua vida. Para tanto, é necessária a revogação do Estatuto do Desarmamento e a criação de condições para que os cidadãos possam ter a posse de armas de fogo, se assim o desejarem;

f) Proteção intransigente à democracia e à liberdade de cada cidadão;

g) Redução do tamanho do Estado, em todos os seus níveis e esferas, a fim de torná-lo mais ágil e eficiente, bem como menos corrupto;

h) Garantia de prestação de serviços públicos de qualidade e de eficiência nas áreas de saúde, educação e segurança;

i) Incentivo a todas as formas de livre iniciativa privada, mediante a adoção de políticas econômicas liberais, a fim de que haja maior produção de riqueza e sua distribuição;

j) Combate à qualquer tipo de censura, ao constrangimento e aos desequilíbrios morais e sociais, decorrentes do discurso “politicamente correto”;

k) Combate à sexualização precoce de crianças;

l) Combate à apologia da ideologia de gênero;

m) Combate aos privilégios decorrentes de “quotas” que resultem na divisão do povo, seja em função de gênero, opção sexual, cor, raça, credo;

n) Combate frontal à corrupção endêmica instalada no Brasil, em todas as suas formas, níveis e esferas;

o) Combate aos privilégios injustificados no setor público, nos três poderes;

o) Vedação de parcerias, alianças, conjugações e coligações com partidos de esquerda bolivariana, tais como PT, PSol, PCdoB, PSTU, PCO, PCB, e quaisquer outros que apoiem regimes autoritários instalados em outros países.

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