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Tarcísio critica Folha por texto pedindo a morte de Bolsonaro

“Que coisa horrível de se publicar. De uma insensibilidade terrível”, disse Freitas.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, é mais um membro do alto escalão do governo a repudiar o texto publicado pelo jornalista Hélio Schwartsman, no jornal Folha de S.Paulo, nesta terça-feira (7).

No texto, Schwartsman pediu a morte do presidente da República, Jair Bolsonaro:

“A morte do presidente torna-se filosoficamente defensável, se estivermos seguros de que acarretará um número maior de vidas preservadas.”

Em mensagem no Twitter, na noite de hoje, Tarcísio de Freitas escreveu:

“Que coisa horrível de se publicar. De uma insensibilidade terrível.”

E acrescentou:

“Um veículo de comunicação não deveria nunca ser canal para um desejo tão cruel contra uma pessoa, seja ela figura pública ou não.”

Freitas citou um comunicado do ministro das Comunicações, Fábio Faria, que classificou o texto como um “ataque claro à instituição da Presidência da República”.

‘Ataque claro à Presidência’, diz Ministro das Comunicações
Fábio Faria

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, afirmou, nesta terça-feira (7), que o texto publicado pelo jornalista Hélio Schwartsman, no jornal Folha de S.Paulo, é um “ataque claro à instituição da Presidência da República”.

“Todos os jornais repetem a máxima de que as opiniões de articulistas/colunistas não refletem a opinião dos veículos”, escreveu Faria em mensagem na rede social Twitter.

O ministro, no entanto, alerta que a “responsabilidade” de outros é “sempre atribuída ao presidente” da República, Jair Bolsonaro.

Faria acrescentou que defende que a “liberdade de expressão e a liberdade de imprensa andem sempre juntas”, mas ponderou:

“O artigo é um ataque claro à instituição da Presidência da República e merece todo o repúdio dos jornalistas e de todos os Poderes para que possamos caminhar para um armistício patriótico.”

“A pacificação nacional deve vir de todos os lados”, completou o novo ministro das Comunicações.