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Vídeo 09 – Tecnologia, empreendedorismo, burocracia e o social-liberalismo

Como a tecnologia pode fazer governos mais eficientes, que gastem menos, reduzam a burocracia e facilitem a vida dos cidadãos?

Você sabia que a ineficiência no poder público faz com que o brasileiro gaste, em média, 88 dias, ou quase três meses por ano, só para lidar com burocracia, segundo levantamento do Banco Mundial. Aí está um desafio.

Na Estônia, o jornalista Toomas Hendrik Ilves, que estudou programação de computadores e foi presidente do país, conta que lá, em menos de 20 anos, foi implantado um governo quase que totalmente online.

“Você não precisa ir a nenhuma repartição do governo. A não ser em três casos: para se casar, se divorciar ou vender um imóvel”, explica o ex-presidente da Estônia.

Temos que gerar programas governamentais, apresentando os problemas para a sociedade, meio acadêmico e empresarial e aproximando as startups do universo público. Mas isto não basta, é fundamental o desenvolvimento de um ambiente propício, com impostos justos e incentivos efetivos, para o desenvolvimento de empresas de tecnologia e inovação em nosso Estado.

Fortalecendo ambientes conectados e globais, observando sempre o modelo da “hélice tríplice”, inserindo a sociedade e suas demandas como fator direto do desenvolvimento, ampliando o modelo da interação universidadeempresa e governo.

Ideias novas existem, mas ainda é necessário aproximar desde ecossistema, investidores privados nacionais e internacionais para impulsionar as empresas e startups brasileiras, criando um ambiente completo e propício para a geração e criação de soluções inovadoras.

Já existem diversos programas de inovação tecnológica, geralmente setorizadas e lideradas por empresas privadas diretamente interessadas em soluções para seus negócios. Da mesma forma os governos devem liderar ações fomentadoras neste sentido, apresentando os problemas causadores da ineficiência pública, criando ambientes público/privado propícios para que as soluções inovadoras nasçam.

“Este será um ótimo momento para discutir o propósito da PROCERGS, se após uma adequação ela terá algum papel importante neste novo cenário ou se deverá ser privatizada.”

Países grandes como a índia, com mais de um bilhão de pessoas, que enfrentam uma pobreza, até mais profunda do que a que temos no Brasil, mudaram completamente isso. A cada ano a tecnologia é mais barata (declínio exponencial) e o investimento em soluções para desburocratização e transparência são ínfimos se comparados aos desperdícios causados pela burocracia e corrupção. Recursos existem e as dificuldades técnicas são superáveis.

O que falta é vontade política para transformar os governos gastadores e ineficientes em governos transparentes e eficientes, usando a tecnologia como ferramenta fundamental neste processo de resgate ético e moral.

No Brasil temos a triste frase: “No Brasil tudo acaba em Pizza”.

Sonho com o dia em que digamos: “No Brasil tudo acaba em Blockchain”.

Blockchain (também conhecido como “o protocolo da confiança”) é uma tecnologia inovadora que visa a descentralização como medida de segurança. Bases de registros e dados distribuídos e compartilhados que têm a função de criar um índice geral ou global para todas as transações e informações que ocorrem em um determinado ambiente. Funciona como um livro de registro, só que de forma pública, compartilhada e universal, que cria consenso e confiança na comunicação direta entre as partes, ou seja, sem o intermédio de terceiros. Pode estar constantemente crescendo à medida que novos blocos completos são adicionados a ela por um novo conjunto de registros.”

Veja no vídeo abaixo como os governos municipais, estaduais e federais são na verdade inimigos do empreendedor.

 

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