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‘Vento de liberdade’ afirma Juan Guaidó na Venezuela

Assim como na Bolívia, a oposição venezuelana também pede novas eleições presidenciais. Guaidó diz sentir “vento de liberdade”.

Juan Guaidó, presidente interino da Venezuela, disse, nesta segunda-feira (11), sentir “um vento de liberdade” chegando ao país.

O comentário foi feito após a renúncia de Evo Morales à Presidência da Bolívia em meio a uma intensa pressão popular.

Guaidó aproveitou para renovar sua convocação a protestos contra a ditadura de Nicolás Maduro no próximo sábado (16):

“Não sei se há uma brisa pela América do Sul ou um furacão boliviano de democracia, mas eu sinto um vento de liberdade.”

De acordo com o jornal Correio Braziliense, Guaidó acrescentou:

“Hoje, a solução que a Venezuela requer […] que todos exerçamos com força nosso direito na rua.”

Queda de Morales é sinal para Venezuela e Nicarágua, diz Trump

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, saudou, nesta segunda-feira (11), a queda do líder esquerdista Evo Morales, na Bolívia, como um sinal para regimes “ilegítimos”.

Segundo o jornal Correio Braziliense, Trump declarou:

“Estes eventos enviam um sinal forte aos regimes ilegítimos na Venezuela e na Nicarágua de que a democracia e a vontade do povo sempre prevalecerão.”

Washington classifica os regimes, venezuelano e nicaraguense, como “tiranias”.

Trump também disse que a renúncia de Morales, que tentava um quarto mandato mesmo após perder um referendo em 2016 sobre sua reeleição, marca um “momento significativo para a democracia no hemisfério ocidental”:

“Os Estados Unidos aplaudem o povo boliviano por exigir liberdade e os militares bolivianos por cumprir com seu juramento de proteger não apenas uma pessoa, mas a Constituição da Bolívia.”

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